Dia Internacional contra a Homofobia – 17 de maio

Dia Internacional contra a Homofobia – 17 de maio
Dia Internacional Contra a Homofobia

História do Dia Internacional contra a Homofobia

No dia 17 de maio de 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da lista internacional de doenças. Até então, uma série de países ainda tratava homossexuais como pessoas com desvios patológicos mentais, permitindo preconceitos e violações como terapias de reversão, a conhecida “cura gay”. Para isso, foi criado o Dia Internacional Contra a Homofobia.

Por conta desse avanço na luta por direitos civis, o dia 17 de maio é o Dia Internacional Contra a Homofobia, data oficial de rememoração das lutas da população LGBTQI+ contra a violência e perseguição às quais é submetida.

Na história, e em termos legais, o Brasil não chegou a possuir códigos que criminalizassem a homofobia. Porém, a moralidade religiosa vinda da Europa com a colonização classificava e penalizava atos ditos de “sodomia” como criminosos e pecaminosos.

Ações da OMS são importantes para consolidação do Dia Internacional contra a Homofobia

A ação tomada pela OMS, para consolidar a luta contra a homofobia, foi uma das que auxiliou a redução de cerca de 74% da população mundial vivendo sob leis estatais de criminalização contra homossexuais em 1969, para cerca de 27% em 2018. Entretanto, O dia internacional contra a homofobia, lembra que os números ainda estão longe de serem ideais.

Qual o papel de grupos LGBTI nas empresas?

Criar espaços para debate e troca de informações e ideias relacionadas a diversidade e inclusão, ajudando a promover a melhoria do ambiente organizacional e contribuindo para a empresa se torne mais diversa e inclusiva. Esses grupos ajudam a combater a discriminação e o preconceito em todas as suas formas, pois estimulam o debate construtivo e respeitoso entre as pessoas.

Qual a importância da inclusão genuína da comunidade LGBTIQ+ no mundo corporativo?

Um estudo encomendado pela rede social LinkedIn aponta que, apesar de ainda temer a discriminação, metade dos profissionais LGBTI já falam abertamente sobre sua orientação sexual ou identidade de gênero no ambiente de trabalho. Por outro lado, um em cada quatro nunca contou a ninguém, e o medo de sofrer represália é o motivo admitido por 22% deles. O preconceito e a discriminação no ambiente de trabalho não são, no entanto, os maiores problemas enfrentados por pessoas LGBTI.

Qual a importância da inclusão genuína da comunidade LGBTIQ+ no mundo corporativo?

Apesar dos avanços em relação à garantia de seus direitos, pessoas LGBTI de todas as idades e em todas as regiões do mundo ainda são vítimas de atitudes preconceituosas e discriminatórias profundamente enraizadas, muitas vezes combinadas com uma falta de proteção jurídica adequada contra a discriminação em razão de orientação sexual e identidade de gênero.

O que fazer para mudar essa realidade?

Para transformar essa realidade, não basta apenas reconhecer os direitos básicos dessas pessoas, é preciso valorizar a diversidade LGBTI, respeitando, aceitando e acolhendo-a nas estruturas das organizações e da sociedade. Celebrar a diversidade como algo que torna as sociedades mais ricas com sua pluralidade de possibilidades e com os aprendizados gerados com a prática do respeito nas relações sociais. Por isso, a compreensão da diversidade por parte das empresas é fundamental.

Como as suas atitudes e comportamentos, podem ajudar a consolidação de um ambiente de respeito aos direitos LGBTIQ+?

  • Aborde sempre o assunto com respeito e profissionalismo. Ao tomar conhecimento de um movimento discriminatório, procure falar diretamente com quem está agindo dessa forma. Lembre-se: o diálogo é sempre o melhor caminho.
  • Caso o constrangimento persista, entre em contato com a ouvidoria do seu local de trabalho.
  • Evite termos como “opção sexual”, o correto é orientação sexual, pois a sexualidade não é uma escolha, mas uma condição inerente ao ser humano. O termo LGBTI é uma sigla para caracterizar lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e intersexuais.

Por fim, aliados são pessoas que entendem, respeitam e apoiam as reivindicações deste grupo, mesmo não sendo LGBTI. No entanto, utilize a palavra homossexualidade em vez de homossexualismo. O sufixo –ismo significa doença e a homossexualidade não é doença ou distúrbio.

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